Título Notícias
  • Aumentar Fonte
  • Diminuir Fonte
  • foto de Maria Lucia Naime Vidal Vital

Maria Lucia Naime Vidal Vital - CRP: 06/87440

Não vou começar dizendo que a Psicologia sempre foi o sonho da minha vida, que desde pequena eu me via psicóloga e essas coisas que dizemos quando já somos apaixonados pela nossa profissão.
Para ser sincera, escolher uma carreira foi complicado! Nessa fase pensava que era a profissão que nos detinha, que congregava em si tudo o que somos, e que aquele seria um rótulo que carregaríamos para a vida toda: “sou médico”, “sou advogado”, “sou psicóloga”. E aí surge essa, dentre tantas outras profissões, onde o que menos se pode considerar são rótulos, parâmetros e pré definições.

Meu primeiro contato com a Psicologia foi por meio de um professor de cursinho. E ele fazia com que Psicologia parecesse algo sagrado, único, uma verdadeira missão para quem abraça essa escolha. É uma pena nessa fase não levarmos muito a sério o que dizem os professores. Mas não custava tentar...

E ao entrar na faculdade aprendemos teorias, conceitos, abordagens, intervenções. E depois na prática aprendemos que tudo isso é extremamente mutável e obrigatoriamente adaptável quando somos colocados diante de qualquer ser humano.
           
E também percebemos logo de cara que pré-requisito para psicólogo não é gostar de gente, não é querer “entender a mente humana” e, muito menos, gostar de ouvir e dar conselhos. Pré-requisito mesmo é ter vontade de olhar para si mesmo, ver suas inúmeras limitações e as outras inúmeras possibilidades, querer crescer, ampliar sua consciência e, aí sim, olhar para outra pessoa e ter a certeza de que ela pode fazer o mesmo. Ou até melhor!

           
E é assim que a gente aprende a ser psicólogo. E, nesse passo, eu venho aprendendo a ser psicóloga há oito anos. E há oito anos eu agradeço esse professor por ter me mostrado a Psicologia como ela realmente é.

Affectu Psicologia
  • Assine e acompanhe a atos por RSS
  • Acompanhe a atos pelo twitter
Voltar para o topo